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Daniel Vieira

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... As ideias atropelam-se Redimo a nobre arte, e volto a perguntar o que dizer dum escritor, dum pensador, duma mulher ou de um homem que odeiam ser apenas um entre os demais? eventualmente serão grandes depois de mortos(as), se seguidos(as) de canonização, em caso de manisfesta esquizofrenia. Mesmo assim, é necessário que deixem obra . deixá-la, porém é obra!... Gabriela Rocha Martins O Professor Daniel Falar de Daniel Vieira é falar de um homem, artista na sua génese mais pura e modesta. Num singelo modo de vida onde tudo se sabe e tudo se questiona. Daniel nasceu em 1937, na branca aldeia de Alte. A mais típica de todas, como é defendida pelo seu pintor. Conhecido como o "Professor Daniel" simpático, afável, por entre todos querido como um homem bom, sobejamente conhecido pelos seus dispistanços, Daniel Vieira é um homem etéreo. Conhece a sua aldeia e os arredores como ninguém pedra a pedra entre a Rocha Amarela e Cerro da Galvana, entre os Soidos e o Miradouro ; conhece ...

Que é feito do "Erva Doce"

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Onde anda!!!!!!!!! Ler mais Festejos dos 22 anos Reportagem grupo musical Erva Doce Grupo Erva Doce festeja 20 anos O Grupo Erva Doce, um dos principais grupos de Música Popular portuguesa do Algarve, promoveu uma série de actividades na aldeia de Alte, ao longo do mês de Outubro, integradas nas comemorações do seu 20º aniversário. Um espectáculo “Vamos cantar Zeca Afonso” com João Balula Cid (pianista e director musical), José Fanha (poeta, declamador e apresentador) e Victor (Programa “Chuva de Estrelas”) e sua banda. Os apreciadores do Fado, marcaram presença e não sairam defraudados da sala. “Grande Noite de Fado”, com Ana Moura, Carlos Macedo e Jorge Fernando e o músico Philip Larsen. Os ritmos africanos contagiaram os presentes , que neste dia quizeram ouvir e ver na “Noite de África” Dany Silva e sua banda. “Noite de Espanha”, com os Renacer, grupo rociero (cantares e danças), outra aposta do director do Grupo Erva Doce, Dr. Sérgio , que agradou a todos. No encerramento d...

Nº 1 Dezembro 67 2º Página

2º pág. Nº 1 Dezembro 1967 Soldados e Emigrantes da nossa Terra Nós vos saudamos com respeitosa admiração e profundo reconhecimento, pelo brio, galhardia e honradez com que lutais em defesa do bom nome e prestígio da nossa Terra. A todos vos trazemos no pensamento e no coração, alegrando-nos com os vossos êxitos e sofrendo com as vossas amarguras. Tanto uns como outros vos esforçais por cumprir o vosso dever custe o que custar, mesmo com prejuízo da vossa saúde ou até da própria vida. Como vos estamos gratos e nos orgulhamos de vós! Aqui, no remanso sossegado e feliz da nossa aldeia, vivemos tranquilos porque “alguém” vela por nós, para nos livrar do perigo, ao mesmo tempo que vai construindo, edificando e civilizando o prolongamento dos nossos domínios de além-mar. Esse “alguém” é o nosso valente soldado que não se limita a defender-nos do cruel inimigo, mas também se dedica a amparar multidões indefesas, a todos levando o conforto e o requinte da nossa civilização cristã, desbravando...